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11/01/2017

Quando vemos notícias e publicidade sobre o carnaval da Bahia uma palavra que aparece bastante é abadá, mas, nem todo mundo sabe o que é este tal de abadá. Ele surgiu em 1993, quando o designer e carnavalesco Pedrinho da Rocha, o músico Durval Lelys, da Banda Asa de Águia, e o Bloco Carnavalesco Eva lançaram um novo tipo de fantasia para substituir as antigas mortalhas. Em homenagem ao Mestre Sena, antigo capoeirista e amigo, o designer batizou a nova fantasia de abadá que logo virou sucesso em todo o Brasil e terminou por popularizar essa palavra.

Abadá é uma roupa que se utiliza para entrar em um bloco de carnaval de rua, nos camarotes e nas famosas Micaretas. A pessoa compra o Abadá e tem acesso a uma área restrita, definida por cordas. No carnaval de rua sempre tem vários blocos que saem pela cidade para fazer a alegria dos foliões. Como os times de futebol cada bloco tem a sua camiseta oficial, o abadá, então para deixar o carnaval mais colorido e também mais divertido as pessoas compram o abadá do bloco carnavalesco de que mais gostam.

Esta palavra abadá possui diversos significados. É um camisolão folgado e comprido, usado pelos nagôs (etnia africana), semelhante ao traje nacional da Nigéria. Na Capoeira, abadá significa a roupa ou o uniforme do capoeirista. Abadá também é o nome do rinoceronte fêmea.

Todavia, a palavra "abadá" também significa "grande derrota" ou "escravo" em árabe. Quando os árabes derrotavam algum grupo inimigo, os soldados dominados viravam escravos, ou seja, "abadá". Isso porque a palavra vem do árabe "ibâda", termo traduzido algumas vezes por “ato de culto”, mas que significa “trabalho”, igual ao termo correspondente hebraico "avodá".

Nos carnavais atuais, no Brasil, o abadá já é sucesso entre as pessoas que amam o carnaval e micaretas.

Da Mortalha ao Abadá

A Mortalha surgiu no final dos anos 60, uma fantasia inovadora, prática e barata, de início com capuz, cores e símbolos fúnebres, que até a metade dos anos 70 já era o adereço preferido dos pequenos blocos que não tinham dinheiro e patrocínio para fazer roupas mais elaboradas. Alguns até viraram ícones do carnaval, com sua mortalhas disputadas por muitos foliões. Foi o caso do Jacú, Barão, Top 69, nos anos 80 o macacão, etc.

Ao longo do tempo o capuz e símbolos foram trocadas pelo colorido alegre e pelas frases que expressavam as liberdades: sexo, comportamento e drogas. A tradicional mortalha foi sucesso até o inicio dos anos 90, quando finalmente surgiu o famoso e tão conhecido abadá, que teve sua primeira aparição no bloco Eva.

Cuidados: Ao customizar o seu abadá não recorte a área dos patrocinadores nem a logo marca dos blocos ou camarotes.

(Fontes: Tem que ser Diferente; Carnavalis; O que é?)

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